Programação

23 de outubro
16-18hs
Mesa 1 – 1968 e os desafios latino-americanos
Patricio Arriagada (Universidad Catolica de Chile/Universidad Finis Terrae)
“A recepção de 1968 no Cone Sul: entre a autonomia e a apropriação nos
processos regionais de reforma universitária”

Adrián Velázquez (Universidad Nacional de San Martin)
“México, 1968: o grito e o silêncio. A construção de uma fronteira entre a
guerra suja e a democratização do sistema político”

18:30-20:30
Conferência de abertura
Daniel Aarão Reis (Universidade Federal Fluminense)
“Aproximações, contrastes e contradições entre paradigmas de
mudança social: os 50 anos de 1968”

24 de outubro
14:00-16:00
Mesa 2 – 1968 na África
Omar Gueye (Université Cheikh Anta Diop de Dakar)
“Maio de 1968 na África, Dakar no movimento social mundial”

Marina Berthet (Universidade Federal Fluminense)
“O cinema militante de Sarah Maldoror. Análise do filme Monagambee/1969”

16:30-18:30
Mesa 3 – 1968 na Europa: memória e historiografia
Fulvia Zega (Universitá Ca’Foscari di Venezia)
“Cliques rebeldes: a historiografia do 1968 na Itália através da análise das
imagens fotográficas”

Vinicius Liebel (Universidade Federal Fluminense)
“Sonhar às Sombras de Auschwitz: o 68 alemão”

19:00-21:00
Mesa 4 – Os desafios de 1968 no mundo socialista
Claudio Ingerflom (Universidad Nacional de San Martin)
“Praga 68: a grande derrota do comunismo europeu”

Daniel Aarão Reis (Universidade Federal Fluminense)
A revolução cultural na China – Estado e Movimentos Sociais, 1965-1969

25 de outubro
14:00-16:00
Mesa 5 – Esquerdas e direitas em 1968 no Brasil
Rodrigo Patto Sá Motta (Universidade Federal de Minas Gerais)
“O 1968 da direita e a radicalização autoritária”

Marcelo Ridenti (Universidade de Campinas)
“O 1968 brasileiro no 1968 global”

16:30-18:30
Mesa 6 – 1968 nos EUA
Thaddeus Blanchette e Raquel Barreto (Universidade Federal Fluminense)
“Trouble every day – Os EUA em 1968”

19:00-21:00
Conferência de encerramento
Danielle Tartakowsky (Université Paris 8)
“Movimentos sociais e sequências transnacionais: 1968, anos 90,
2011”

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